Eu confesso que o erro foi meu, foi que desenhei um príncipe. Foi eu que desenhei tudo errado!
Sabe quando criança desenhamos de lápis de cor, erramos o desenho e tentamos apagar com a borracha?
- Foi assim o meu desenho!
Pra entender a diferença do lápis de cor para o lápis de escrever, durou muito tempo, não se apaga pintura e nem rabisco realizado de lápis de cor. E se tentar mancha. E se persistir rasga.
Eu me acho uma ridícula, completamente perdida em algo que eu mesma criei, que eu mesma planejei pra mim. A culpa é sempre minha, e essa eu que foi na loja e comprei (mais larga e na medida certa) eu escolhi a culpa que eu tive. Então essa é mais minha. È totalmente minha.
Mais Deus é fiel e isso é maior que qualquer culpa que qualquer abismo.
Foi verdade que não é como eu desenhei, que não tem os mesmo recantos e cantos dos meus ilustríssimos sonhos, entretanto, foi o meu querer tamanho. Foi o que pedi pra Deus. E como é complicado administra isso tudo. Os quereres do sim e os quereres do não. È bem mais que complicado isso tudo na mente.
Por final eu cai de cabeça nessa vida real e como eu prefiro a ilusória, imensamente:
- Antes sem, hoje com. Antes me preocupando, hoje fugindo dela. Antes pensando , hoje agindo. Antes querendo, hoje nem tanto!
Por mais uma vez eu aqui com as folhas riscadas e sem saber apagar borrão. Se eu rasgar, eu perco tudo ,tudo mesmo. Se tentar apagar, é capaz de rasgar uma parte da folha.
Eu prefiro deixar essa pra traz e começar a fazer tudo de novo em uma folha nova.
A questão é?
Tento desenhá-lo novamente? Ou desenho com lápis de escrever pra tentar apagar?
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Deixa-me ligar o som?
Não te exaltas perante a mim.
Tu não sabes a força tamanha da minha voz.
Tenho antecedente de boas brigas.
Além de existe mágoas entre nós.
Quando a vontade chegar: fique surdo.
Grite pouco, pra não assuste-me,
Não indague os meus acasos, entre em curto.
Deixa devagar essa raiva guardada transbordar.
Reflita:
Em meio à gritaria do tema. Pare!
A calma te encantará pacientemente.
Vai abaixando o tom de voz, em dilemas.
Aprenda com a bonança dos meus leves teoremas.
Parado em seu lugar em clarão.
A alma se acalenta.
Ouça o meu leve perdão.
Pois eu não fiz o ato como pensa.
Espere, eu sentasse ao seu lado
Imagina antes o meu perdão real
Deixa-me dizer que te amo
E acabe com todo mal
Acomodando sua canseira na minha
Deixa que eu transforme
Toda briga absurda
Em passado enquanto dorme
Eu não quero brigar contigo
Foi só um caos já domado
Toda essa brigada maldita
Hoje acabou, é passado
Vamos olhar um pro outro
E retomar essa vida
Não deixa que a briga permita
Que a idolatria revogue no fim.
Deixa-me ligar o som?
Eu preciso de você. E só.
Rasga essa angustia da alma
E volta pra mim na próxima nota de dó?
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